História

A integração do Prata no sistema colonial: colonialismo interno e missões jesuíticas do Guairá

A integração do Prata no sistema colonial: colonialismo interno e missões jesuíticas do Guairá

    Esta obra aborda o contato das sociedades global ibérica e indígena, isto é, de dois sistemas de vida e de instituições, distinguindo as peculiaridades, as diversidades e os conflitos interétnicos. No decorrer da análise, evidencia-se uma terceira força motora da dinâmica do processo colonial platino: o colonialismo interno, que passou a ser um fator de desestabilização do próprio sistema colonial e de destruição das sociedades tribais. O Guairá é visto, então, como ponto de confluência de dois colonialismos, que tiveram nas reduções jesuíticas um obstáculo comum. A formação de uma sociedade mestiça, que foi imprimindo desigualdades no conjunto da sociedade colonial, permite a análise das rupturas e das continuidades que marcaram a formação social latino-americana, de modo especial a platina. A linha da análise adotada para a abordagem desse tema de estudo privilegia os aspectos socioculturais, sem desconsiderar as bases materiais que sustentaram a dinâmica soci

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Experiências e memórias de deslocamentos no Oeste do Paraná

Experiências e memórias de deslocamentos no Oeste do Paraná

    Os textos reunidos neste livro discutem algumas problemáticas que têm ou tiveram como lugar de referência a região Oeste do Paraná. A coletânea tem como característica essencial a heterogeneidade de olhares e preocupações, com um foco definido: discutir experiências vivenciadas em tempos diversos por homens e mulheres, por sujeitos individuais e coletivos que aqui estão ou estiveram, que vivenciaram conflitos e acomodações, e que nesse espaço deixaram suas marcas.

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Figurações em crise: utopias e distopias como tessituras do nosso mundo

Figurações em crise: utopias e distopias como tessituras do nosso mundo

Associar historicamente o processo constitutivo da modernidade e as diferentes experiências sociais, políticas, econômicas, simbólicas e psíquicas a ela relacionadas com o conceito, as perspectivas, as razões e os sentimentos de “crise” parece ser um traço fundamental de quase todas as reflexões e escritos sobre o mundo em que vivemos. Essa provocação e as discussões que lhe dizem respeito têm presença destacada nos campos da arte e da cultura, embora não estejam ausentes em outras áreas, em particular, no campo das Ciências Humanas. Nesse universo de discussões, ganha destaque a história, a literatura, o cinema e as expressões vídeo-imagéticas em geral, as quais vão desde a história em quadrinhos, passam pelos diferentes formatos digitais hoje possíveis e chegam até a pintura. Formas de expressão e comunicação que, sem dúvida, tornaram-se fontes e objetos privilegiados da tessitura de dimensões utópicas ou distópicas: irmanadas em suas distinções – esperanças/ desesperanças, otimismo/

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Terra, sangue e ambição: a gênese de Cascavel

Terra, sangue e ambição: a gênese de Cascavel

    O que faz uma cidade colonizada ao acaso se transformar em um pujante referencial? Qual a identidade de Cascavel? Nesta obra, a gênese de Cascavel, que hoje é destaque em serviços, ambientes construídos, oportunidades de negócios e pelo empreendedorismo, é narrada de forma envolvente pelo autor.

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Terra, sangue e ambição: a gênese de Cascavel

Terra, sangue e ambição: a gênese de Cascavel

    O que faz uma cidade colonizada ao acaso se transformar em uma pujante referência? Qual é a identidade de Cascavel? Vander Piaia discorre sobre a terra, os revoltosos, es as primeiras tentativas, em 1930, de transformar o cruzamento de duas picadas numa cidade. A terra de colonização não planejada advém de litígios e, por essa condição, indeterminação e insegurança afloram em violências orquestradas por milícias e jagunços. Do ciclo da madeira para a lavoura, a ocupação se consolida: de 1940 a 1960, a mata e a barbárie são substituídas pelo cultivo da terra e pela sede de progresso. Cascavel transforma-se, assim, na principal cidade do Oeste Paranaense. O texto indaga se o seu crescimento é resultante somente da posição geográfica, ou também da desordem social, em que colonos sem capital cresceram com a cidade por meio da apropriação ilegal da terra. Essa é a característica que, nos anos 1950-1960, ao mesmo tempo em que coloca a cidade entre as de maiores índice

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